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O Brasil em Frankfurt em 1994 – 1

No logotipo da participação brasileira, a esperança de um país de leitores

A participação do Brasil como “País Tema” da Feira do Livro de Frankfurt, em 1994, representou para mim e para a equipe que coordenou o evento durante quase três anos de trabalho, empenhados em que o país fizesse uma bela figura. O núcleo central da equipe foi coordenado por Alfredo Weizsflog, representando a CBL, Regina Bilac Pinto, o SNEL, o Embaixador Wladimir Murtinho, do MinC, Embaixador Sérgio Telles, Chefe do Departamento Cultural do Itamaraty e Márcio Souza, representando a Biblioteca Nacional. Na área executiva estávamos com Júlio Heilbron e Gilberta Mendes, da EMC – Empresa de Marketing Cultural, na área de produção, juntamente com Heloísa Alves. Eu era o encarregado de relações institucionais, ajudando na convergência das ações. Essa equipe, mais um punhado de curadores das exposições, respondia junto aos órgãos e instituições integrantes e colaboradoras do projeto, mais de vinte no Brasil e outro tanto na Alemanha.
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Presidente Dilma na Bienal do Rio

A Coluna No Prelo, do Prosa e Verso de hoje, sábado, anuncia que a Presidente Dilma poderá não apenas inaugurar a próxima Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, como também  ser entrevistada no Mulher e Ponto por uma jornalista. Ótima notícia, mas a coluna comeu mosca ao dizer que esta seria a primeira vez que um Presidente da República inaugurava a Bienal do Rio. O Sarney inaugurou, como Presidente da República, a II Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que acontecia então no São Conrado Fashion Mall. O então presidente do SNEL era o Sérgio Lacerda, da Nova Fronteira.

Eu estava lá. Era a primeira vez que a Marco Zero participava de uma Bienal, e o Sarney até passou pelo nosso estande.

Como a memória é fraca, lembro que o Fernando Henrique visitou a Bienal do Livro de S. Paulo e que o Lula, esse cujos detratores dizem que não gosta do livro, prestigiou a inauguração da Bienal de São Paulo em 2004.

Aliás, para ficar também na ladeira da memória, foi o Senador José Sarney que encaminhou a emenda da desoneração fiscal das editoras (eliminação da cobrança do PIS/PASEP-COFINS), em acordo com o então ministro Palocci e com o aval do Presidente Lula.

Não é porque o Sarney agora quer que os documentos governamentais permaneçam em sigilo eterno que os editores (ingratos?!) devam deixar de registrar o que ele fez pelo livro.