{"id":2710,"date":"2015-06-18T12:35:14","date_gmt":"2015-06-18T15:35:14","guid":{"rendered":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/?p=2710"},"modified":"2015-06-18T13:15:19","modified_gmt":"2015-06-18T16:15:19","slug":"mercado-editorial-brasileiro-estaganado-mas-com-perspectivas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/?p=2710","title":{"rendered":"MERCADO EDITORIAL BRASILEIRO \u2013 ESTAGNADO, MAS COM PERSPECTIVAS?"},"content":{"rendered":"<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.sescsp.org.br\/online\/artigo\/9091_FUTURO+DO+LIVRO#\/tagcloud=lista');\"  href=\"http:\/\/www.sescsp.org.br\/online\/artigo\/9091_FUTURO+DO+LIVRO#\/tagcloud=lista\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sescsp.org.br%2Fonline%2Fartigo%2F9091_FUTURO%2BDO%2BLIVRO%23%2Ftagcloud%3Dlista','')\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-2711 size-full\" src=\"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/revista-sesc.jpg\" alt=\"revista sesc\" width=\"1019\" height=\"679\" srcset=\"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/revista-sesc.jpg 1019w, http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/revista-sesc-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 1019px) 100vw, 1019px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A Revista &#8220;E&#8221;, do SESC-SP que est\u00e1 em circula\u00e7\u00e3o, publicou artigo que escrevi sobre a situa\u00e7\u00e3o do mercado editorial brasileiro. A publica\u00e7\u00e3o na revista est\u00e1 acompanhada de artigo do livreiro e editor Alexandre Martins Fontes, e nossas opini\u00f5es coincidem em v\u00e1rios e fundamentais pontos.<br \/>\nO meu artigo:<br \/>\n<em>O mercado editorial brasileiro est\u00e1 estagnado h\u00e1 v\u00e1rios anos, com vendas que nem mesmo acompanham a infla\u00e7\u00e3o \u2013 ou o crescimento populacional. Os n\u00fameros s\u00e3o imprecisos, j\u00e1 que realmente n\u00e3o existem estat\u00edsticas confi\u00e1veis, mas os poucos dados dispon\u00edveis e a avalia\u00e7\u00e3o de editores e livreiros \u00e9 coincidente. Por essas raz\u00f5es, vou simplesmente informar as fontes dispon\u00edveis. A CBL-C\u00e2mara Brasileira do Livro e o SNEL \u2013 Sindicato Nacional de Editores de Livros h\u00e1 anos encomendam da FIPE uma pesquisa sobre produ\u00e7\u00e3o e vendas do setor. Os dados de compras do Governo Federal s\u00e3o confi\u00e1veis, posto que informados diretamente pelo FNDE, que os adquire (ver <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.cbl.org.br\/telas\/cbl\/downloads.aspx');\"  href=\"http:\/\/www.cbl.org.br\/telas\/cbl\/downloads.aspx\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.cbl.org.br%2Ftelas%2Fcbl%2Fdownloads.aspx','aqui')\" target=\"_blank\">aqui<\/a> os \u00faltimos dados dispon\u00edveis). Recentemente o SNEL apresentou, em parceria com a Nielsen\/Bookscan, seu levantamento de dados obtidos diretamente dos pontos de vendas de alguns grandes livreiros e do com\u00e9rcio eletr\u00f4nico (ver <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.snel.org.br\/wp-content\/themes\/snel\/docs\/paineldasvendasdelivrosnobrasil.pdf');\"  href=\"http:\/\/www.snel.org.br\/wp-content\/themes\/snel\/docs\/paineldasvendasdelivrosnobrasil.pdf\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.snel.org.br%2Fwp-content%2Fthemes%2Fsnel%2Fdocs%2Fpaineldasvendasdelivrosnobrasil.pdf','aqui')\" target=\"_blank\">aqui<\/a> os dados do painel \u00a0e \u00a0<a href=\"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/?p=2669\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Foxisdoproblema.com.br%2F%3Fp%3D2669','aqui')\" target=\"_blank\">aqui<\/a> uma an\u00e1lise de seu significado).<\/em><\/p>\n<p><em>Entretanto, o potencial de crescimento \u00e9 imenso. Em primeiro lugar, temos uma imensa popula\u00e7\u00e3o em idade escolar \u2013 do fundamental ao universit\u00e1rio \u2013 cujo crescimento ser\u00e1 constante pelo menos at\u00e9 meados do s\u00e9culo, segundo as proje\u00e7\u00f5es do IBGE. Em todo o mundo, o mercado escolar \u00e9 um dos segmentos mais din\u00e2micos da ind\u00fastria editorial. O aumento \u2013 lento, mas progressivo \u2013 dos \u00edndices de educa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m permitem uma proje\u00e7\u00e3o otimista. Os indicadores sempre mostram que o grau de instru\u00e7\u00e3o possui uma correla\u00e7\u00e3o mais forte que o n\u00edvel de renda nos \u00edndices de leitura.<\/em><\/p>\n<p><em>Esses pontos positivos, entretanto, s\u00e3o contrabalan\u00e7ados por v\u00e1rios outros.<\/em><\/p>\n<p><em>O mercado de livros escolares para o ensino fundamental \u00e9 extremamente dependente das aquisi\u00e7\u00f5es do Governo Federal, que chega a comprar v\u00e1rias centenas de milhares de exemplares de livros para seus v\u00e1rios programas: Programa Nacional do Livro Did\u00e1tico \u2013 PNLD, Programa Nacional do Livro para o Ensino M\u00e9dio \u2013 PNLM, Biblioteca na Escola, Biblioteca do Professor e livros para o ensino de Jovens Adultos (EJA). V\u00e1rios governos estaduais e municipais tamb\u00e9m possuem compras de livros para distribui\u00e7\u00e3o nos respectivos sistemas escolares.<\/em><\/p>\n<p><em>No ensino superior a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complicada. O principal investimento \u00e9 feito pela CAPES\/CNPQ na aquisi\u00e7\u00e3o de assinaturas eletr\u00f4nicas das principais revistas cient\u00edficas do mundo, disponibilizadas para professores e alunos das universidades federais. A FAPESP \u2013 Funda\u00e7\u00e3o de Apoio \u00e0 Pesquisa de S\u00e3o Paulo, faz o mesmo para as universidades paulistas. Em maior ou menor grau, programas semelhantes existem em outras funda\u00e7\u00f5es estaduais (RJ, MG, RS, principalmente).<\/em><\/p>\n<p><em>Embora n\u00e3o haja possibilidade de extin\u00e7\u00e3o desses programas, sua execu\u00e7\u00e3o depende dos recursos or\u00e7ament\u00e1rios dispon\u00edveis, e a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica pode for\u00e7ar algum n\u00edvel de redu\u00e7\u00e3o a curto prazo. Essa redu\u00e7\u00e3o, entretanto, s\u00f3 pode ser feita levando em considera\u00e7\u00e3o que existe o compromisso e a expectativa de que os estudantes recebam o material did\u00e1tico a tempo e a hora.<\/em><\/p>\n<p><em>Os problemas reais surgem para os eventuais leitores depois da idade escolar. E podem ser resumidos em dois fatores.<\/em><\/p>\n<p><em>O primeiro \u00e9 a precariedade da rede de livrarias. Pesquisa encomendada pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Livrarias \u2013 ANL \u00e0 GfK enviou 3.403 formul\u00e1rios para livrarias de todo o pa\u00eds \u2013 o que se sup\u00f5e ser o maior universo poss\u00edvel \u2013 obtendo 716 respostas, entre as enviadas por cadeias e livrarias independentes (ver o estudo <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/anl.org.br\/web\/pdf\/diagnostico_setor_livreiro_2012.pdf');\"  href=\"http:\/\/anl.org.br\/web\/pdf\/diagnostico_setor_livreiro_2012.pdf\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fanl.org.br%2Fweb%2Fpdf%2Fdiagnostico_setor_livreiro_2012.pdf','aqui')\" target=\"_blank\">aqui<\/a> ).<\/em><\/p>\n<p><em>O estudo mostra n\u00e3o apenas dados de concentra\u00e7\u00e3o das livrarias na regi\u00e3o Sudeste, e a menor presen\u00e7a na regi\u00e3o Norte. Mas, sobretudo permite inferir que boa parte dos quase 6.000 munic\u00edpios brasileiros n\u00e3o possui nem mesmo uma livraria, o que demonstra a precariedade da rede.<\/em><\/p>\n<p><em>Uma parte dessa precariedade \u00e9 compensada pelo desenvolvimento do mercado eletr\u00f4nico, tanto de livros f\u00edsicos quanto de e-books. <\/em><\/p>\n<p><em>Entretanto, n\u00e3o se disp\u00f5em de informa\u00e7\u00f5es sobre a dispers\u00e3o dessas compras. Acrescente-se a isso as dificuldades log\u00edsticas, como o custo dos correios.<\/em><\/p>\n<p><em>Outra parte da precariedade da rede de livrarias \u00e9 compensada pela a\u00e7\u00e3o agressiva dos chamados vendedores do porta-a-porta. Esse segmento, que regrediu no per\u00edodo de alta da infla\u00e7\u00e3o, est\u00e1 em crescimento acelerado (embora, mais uma vez, os dados sejam prec\u00e1rios, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Difus\u00e3o do Livro tamb\u00e9m faz sua pesquisa, por <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.abdl.com.br\/UserFiles\/ABDL2010.pdf');\"  href=\"http:\/\/www.abdl.com.br\/UserFiles\/ABDL2010.pdf\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.abdl.com.br%2FUserFiles%2FABDL2010.pdf','amostragem')\" target=\"_blank\">amostragem<\/a>). Essa enorme infantaria \u2013 calculada em mais de 20.000 vendedores espalhados pelo Brasil \u2013 t\u00eam uma capilaridade maior que as livrarias.<\/em><\/p>\n<p><em>Uma grande defici\u00eancia estrutural, entretanto, \u00e9 a precariedade da rede de bibliotecas p\u00fablicas. <\/em><\/p>\n<p><em>As bibliotecas p\u00fablicas s\u00e3o o grande instrumento de acesso ao livro, em todo o mundo. <\/em><\/p>\n<p><em>Nominalmente, existem bibliotecas p\u00fablicas em quase todos os munic\u00edpios brasileiros. No entanto, a esmagadora maioria possui acervos prec\u00e1rios, desatualizados; as bibliotecas abrem em hor\u00e1rio comercial (quando abrem todos os dias), e quem trabalha n\u00e3o consegue frequent\u00e1-las; n\u00e3o est\u00e3o constitu\u00eddas em rede, n\u00e3o trocam informa\u00e7\u00f5es entre si nem fazem empr\u00e9stimos inter-bibliotecas. Em resumo, uma situa\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica.<\/em><\/p>\n<p><em>As bibliotecas s\u00e3o de responsabilidade do MinC, dos estados e dos munic\u00edpios. As limita\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias s\u00e3o ainda mais graves que as da educa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o existem a\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas para superar essa situa\u00e7\u00e3o, ainda que existam casos \u2013 sempre comoventes \u2013 de empenho, imagina\u00e7\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o dos seus encarregados.<\/em><\/p>\n<p><em>Vale uma \u00faltima palavra sobre o livro digital.<\/em><\/p>\n<p><em>O setor dos livros digitais (e-books) vem crescendo nos \u00faltimos tr\u00eas anos, mas sua base ainda \u00e9 muito reduzida. S\u00e3o poucos os leitores dedicados (Kindle e Kobo), mas a rede de tablets e celulares smart-phone permite estimar um n\u00famero maior de leitores. Estima-se que n\u00e3o mais de 3,5% da venda de livros seja feita por esse meio (contra cerca de 25% nos EUA e um pouco menos na Europa Ocidental). O lan\u00e7amento dos e-books no Brasil come\u00e7ou em dezembro de 2012 (apesar de j\u00e1 haver uma quantidade de possuidores do Kindle que compravam direto da Amazon dos EUA), com o lan\u00e7amento simult\u00e2neo das lojas da Amazon, Google e da Kobo, antecipadas em alguns meses pela Apple e pela Livraria Saraiva, que experimentava com o digital desde 2011 (hoje tem seu pr\u00f3prio leitor, o LEV, fabricado por um cons\u00f3rcio alem\u00e3o). Carlo Carrenho, diretor do blog PublishNews, publicou uma coluna no site da Publishers Weekly no dia 14\/03\/2015 (em <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.publishersweekly.com\/pw\/by-topic\/international\/london-book-fair\/article\/66097-brazil-s-race-to-digital-digital-spotlight-2015.html');\"  href=\"http:\/\/www.publishersweekly.com\/pw\/by-topic\/international\/london-book-fair\/article\/66097-brazil-s-race-to-digital-digital-spotlight-2015.html\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.publishersweekly.com%2Fpw%2Fby-topic%2Finternational%2Flondon-book-fair%2Farticle%2F66097-brazil-s-race-to-digital-digital-spotlight-2015.html','ingl%C3%AAs')\" target=\"_blank\">ingl\u00eas<\/a>) apontando as perspectivas para o livro digital no Brasil, apesar das dificuldades iniciais. <\/em><\/p>\n<p><em>Existe o desenvolvimento de bibliotecas digitais e de assinaturas, entre os quais um da Telef\u00f4nica e do portal Terra, o <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.nuvemdelivros.com.br\/');\"  href=\"https:\/\/www.nuvemdelivros.com.br\/\" onclick=\"return TrackClick('https%3A%2F%2Fwww.nuvemdelivros.com.br%2F','Nuvem+de+Livros')\" target=\"_blank\">Nuvem de Livros<\/a> \u00a0e o da <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.arvoredelivros.com.br\/login');\"  href=\"https:\/\/www.arvoredelivros.com.br\/login\" onclick=\"return TrackClick('https%3A%2F%2Fwww.arvoredelivros.com.br%2Flogin','%C3%81rvore+de+Livros')\" target=\"_blank\">\u00c1rvore de Livros<\/a>. \u00a0O futuro desses programas ainda \u00e9 incerto.<\/em><\/p>\n<p><em>Existe correntemente uma discuss\u00e3o extremamente viva sobre a quest\u00e3o da chamada lei do Pre\u00e7o Fixo, adotada j\u00e1 h\u00e1 d\u00e9cadas na Fran\u00e7a (Loi Lang) e defendida ardorosamente pela ANL e livreiros independentes. A Senadora F\u00e1tima Bezerra apresentou projeto de lei nesse sentido h\u00e1 pouco mais de um m\u00eas.<\/em><\/p>\n<p><em>Na minha opini\u00e3o, a Lei do Pre\u00e7o Fixo \u00e9 uma medida importante de regula\u00e7\u00e3o do mercado e prote\u00e7\u00e3o das livrarias independentes, mas n\u00e3o uma panaceia.<\/em><\/p>\n<p><em>Em resumo, apesar das dificuldades atuais e dos impasses a curto prazo, as perspectivas de crescimento s\u00e3o boas, e ser\u00e3o melhores se houver uma combina\u00e7\u00e3o correta de medidas de pol\u00edtica p\u00fablica e a\u00e7\u00f5es mais proativas de editores e livreiros para o desenvolvimento do mercado de livros no Brasil.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Revista &#8220;E&#8221;, do SESC-SP que est\u00e1 em circula\u00e7\u00e3o, publicou artigo que escrevi sobre a situa\u00e7\u00e3o do mercado editorial brasileiro. 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