{"id":2360,"date":"2014-06-25T13:03:11","date_gmt":"2014-06-25T16:03:11","guid":{"rendered":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/?p=2360"},"modified":"2014-06-25T13:03:11","modified_gmt":"2014-06-25T16:03:11","slug":"tres-notas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/?p=2360","title":{"rendered":"TR\u00caS NOTAS"},"content":{"rendered":"<p>Depois do jogo do Brasil, quando n\u00e3o achei a moqueca l\u00e1 muito bem temperada, s\u00f3 deu para o gasto,  v\u00e3o tr\u00eas notas de atualidade do mercado editorial, para n\u00e3o perder o ritmo.<\/p>\n<p><strong>LUCIANA VILLAS BOAS \u2013 FIC\u00c7\u00c3O HOJE NA VIS\u00c3O DE UMA AGENTE LITER\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>\tNelson de Oliveira \u2013 assinando como Lu\u00eds Br\u00e1s \u2013 vem publicando, no Jornal Rascunho, uma s\u00e9rie de artigos que solicita aos mais diferentes personagens do cen\u00e1rio editorial brasileiro. Do cen\u00e1rio editorial, n\u00e3o exclusivamente da literatura. At\u00e9 eu j\u00e1 fiz um texto para o Nelson \u2013 ops, Lu\u00eds Br\u00e1s \u2013 nessa s\u00e9rie.<\/p>\n<p>No n\u00famero 170 do jornal curitibano foi a vez da agente liter\u00e1ria <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/rascunho.gazetadopovo.com.br\/pesquisa-sobre-a-evolucao-literaria-no-brasil-14\/');\"  href=\"http:\/\/rascunho.gazetadopovo.com.br\/pesquisa-sobre-a-evolucao-literaria-no-brasil-14\/\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Frascunho.gazetadopovo.com.br%2Fpesquisa-sobre-a-evolucao-literaria-no-brasil-14%2F','Luciana+Villas+Boas')\" target=\"_blank\">Luciana Villas Boas<\/a>. Como todos sabemos, Luciana foi durante muitos anos diretora editorial da Record, e l\u00e1 publicou muitos autores brasileiros. Depois de sair da editora, casou-se, mas n\u00e3o mudou. Com seu marido americano, Moss, vive entre o Rio, Atlanta e Nova York, administrando uma ag\u00eancia que j\u00e1 conta com um plantel importante de autores brasileiros.<\/p>\n<p>Uma revela\u00e7\u00e3o: a iniciativa da Luciana de mandar traduzir trechos dos autores da Record que ela considerava poss\u00edveis de serem colocados no mercado internacional foi o que me inspirou a sugerir \u00e0 Biblioteca Nacional, na administra\u00e7\u00e3o do Galeno Amorim \u2013 uma publica\u00e7\u00e3o semelhante, a hoje <strong><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.machadodeassismagazine.bn.br\/new\/index.php');\"  href=\"http:\/\/www.machadodeassismagazine.bn.br\/new\/index.php\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.machadodeassismagazine.bn.br%2Fnew%2Findex.php','Machado+de+Assis+Magazine')\" target=\"_blank\">Machado de Assis Magazine<\/a><\/strong> \u2013 para publicar excertos de autores para apresenta\u00e7\u00e3o no mercado internacional de direitos de autor.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nTamb\u00e9m durante um evento no Ita\u00fa Cultural, em um dos Encontros Internacionais do Conex\u00f5es Ita\u00fa Cultural \u2013 Mapeamento Internacional da Literatura Brasileira, para o qual havia sido convidada ainda como diretora da Record, Luciana chamou aten\u00e7\u00e3o para o fato de que a aus\u00eancia da literatura brasileira na lista dos livros mais vendidos \u2013 e portanto, lembrou ela, tamb\u00e9m no imagin\u00e1rio do leitor brasileiro \u2013 era uma quest\u00e3o grave. Como poder\u00edamos pensar em conquistar mercados internacionais, perguntava ela, se n\u00e3o conseguimos ser importantes nem no nosso? E esse foi um tema e uma coloca\u00e7\u00e3o pol\u00eamica que ela retomou depois.<\/p>\n<p>H\u00e1 que tomar essa afirmativa da Luciana <em>cum grano salis<\/em>. De fato, literatura mesmo n\u00e3o \u00e9 o forte na lista dos best-sellers brasileiros, mas esta ainda \u00e9 frequentada pelos religiosos e semi-religiosos (ou como queiram qualificar nosso Coelho), assim como pelos \u201cprodutores de textos\u201d, como qualifica o prof. Jo\u00e3o Cezar de Castro Rocha. E, de qualquer modo, qualidade liter\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 o forte de nenhuma lista de best-sellers, embora em alguns pa\u00edses a presen\u00e7a dos autores \u201cnacionais\u201d seja predominante.<\/p>\n<p>\tLuciana toca em um ponto que considero importante para a conquista dos leitores. Diz ela: \u201cTenho folgado em saber que uns tantos escritores percebem vida liter\u00e1ria al\u00e9m da autofic\u00e7\u00e3o, que tanto caracteriza a literatura brasileira contempor\u00e2nea. No exterior, agentes e editores me perguntam quando nossa produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria vai apresentar hist\u00f3rias que n\u00e3o envolvam almas torturadas de narradores com bloqueio de cria\u00e7\u00e3o, mergulhados em rela\u00e7\u00f5es perversas, em cen\u00e1rios de grandes metr\u00f3poles, narrativas que buscam sistematicamente diluir sinais de brasilidade.\u201d<\/p>\n<p>De fato, a\u00ed temos um ponto importante. Ser\u00e1 que nossa literatura (ou boa parte dos nossos escritores contempor\u00e2neos, principalmente os mais jovens), est\u00e3o t\u00e3o ligados no pr\u00f3prio umbigo que esquecem que sua tarefa como escritores s\u00f3 se realiza plenamente quando s\u00e3o lidos \u2013 e lidos preferencialmente por muitos leitores?<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o exime uma boa parte da responsabilidade dos editores. A impress\u00e3o que d\u00e1, francamente, \u00e9 que os editores publicam autores nacionais pensando mais nos poss\u00edveis pr\u00eamios que tais t\u00edtulos possam ganhar, e a\u00ed sucumbem mais aos modismos e \u00e0s tend\u00eancias em moda, e isso s\u00f3 pelo \u201cprest\u00edgio\u201d, n\u00e3o pelas vendas. Ou, alternativamente, como se cumprissem certa obriga\u00e7\u00e3o de \u201ccota\u201d. Publicam (autofic\u00e7\u00e3o?) para que n\u00e3o se diga que n\u00e3o editam autores nacionais. Ou, finalmente, na esperan\u00e7a que entrem em algum dos programas de aquisi\u00e7\u00e3o de livros do governo (o que vale principalmente para a literatura para crian\u00e7as e jovens).<\/p>\n<p>S\u00e3o pouqu\u00edssimos os casos em que existe um investimento real, planos de marketing, apoio \u00e0s viagens e lan\u00e7amentos dos autores, etc. Dito seja que at\u00e9 mesmo a presen\u00e7a nas feiras e eventos liter\u00e1rios (exce\u00e7\u00e3o da FLIP, objeto de desejo de todos, principalmente pelo prest\u00edgio, n\u00e3o tanto pelas vendas geradas) n\u00e3o s\u00e3o planejadas e apoiadas pelas editoras. Na maioria das vezes os promotores desses eventos \u00e9 que escolhem os convidados, e editoras e autores s\u00e3o sujeitos passivos nesse processo. <\/p>\n<p>Em uma palavra, falta muito mais esfor\u00e7o e planejamento dos nossos editores para conquistar mercado para os autores nacionais, mobilizando-os tamb\u00e9m para essa tarefa de conquistar leitores (e compradores de livros). Afinal, \u00e9 mais f\u00e1cil entrar na onda do marketing espont\u00e2neo dos best-sellers internacionais. <\/p>\n<p><strong>DRM \u2013 ISCA DOS VAREJISTAS PARA USURPAR A RELA\u00c7\u00c3O ENTRE EDITORES, AUTORES E LEITORES.<\/strong><\/p>\n<p>Em um n\u00famero recente da newsletter <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/publishingperspectives.com\/2014\/06\/doctorow-on-the-dangers-posed-by-ebook-drm-dictators\/');\"  href=\"http:\/\/publishingperspectives.com\/2014\/06\/doctorow-on-the-dangers-posed-by-ebook-drm-dictators\/\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fpublishingperspectives.com%2F2014%2F06%2Fdoctorow-on-the-dangers-posed-by-ebook-drm-dictators%2F','PublishingPerspectives')\" target=\"_blank\">PublishingPerspectives<\/a>, foi publicado artigo que relata a palestra que Cary Doctorow fez sobre <strong>\u201cEscrever na Era Digital\u201d<\/strong>, organizada em Londres pela <strong><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/literaryconsultancy.co.uk\/2014-conference\/');\"  href=\"http:\/\/literaryconsultancy.co.uk\/2014-conference\/\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fliteraryconsultancy.co.uk%2F2014-conference%2F','The+Literary+Conference')\" target=\"_blank\">The Literary Conference<\/a><\/strong>. Doctorow n\u00e3o deixa por pouco. Afirma que o <strong>DRM \u2013 Digital Rights Management<\/strong>, \u00e9 uma \u201carmadilha\u201d estabelecida pela legisla\u00e7\u00e3o global de direitos autorais que proporciona \u00e0s companhias das plataformas digitais \u2013 Amazon, Apple, Google, Kobo, Barnes&#038;Noble, entre outras, \u201co poder de usurpar o relacionamento entre os editores e seus clientes\u201d.<\/p>\n<p>Doctorow \u00e1 autor de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica (um de seus livros \u2013 \u201c<em>Pequeno Irm\u00e3o<\/em>\u201d \u2013  foi publicado no Brasil pela Record) e literatura para jovens, militante do chamado \u201ccopy left\u201d e um dos editores do divertido <strong><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/boingboing.net\/');\"  href=\"http:\/\/boingboing.net\/\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Fboingboing.net%2F','BoingBoing')\" target=\"_blank\">BoingBoing<\/a><\/strong>. O racioc\u00ednio que ele desenvolveu na confer\u00eancia \u00e9 muito interessante.<\/p>\n<p>Para lembrar: DRM \u00e9 o meio de estabelecer condi\u00e7\u00f5es para o uso de conte\u00fados digitais. Na sua base est\u00e1 o <strong>DOI &#8211; Digital Objetc Identifier<\/strong> \u2013 um c\u00f3digo internacional embutido no conte\u00fado digital que n\u00e3o apenas o identifica, como permite que, toda vez que tal conte\u00fado trafegue na web, possa ser rastreado. A partir da\u00ed foram constru\u00eddos v\u00e1rios tipos de DRM, tamb\u00e9m embutidos, que estabelecem essas condi\u00e7\u00f5es. A principal empresa licenciadora de DRM, no caso de livros, \u00e9 a Adobe. Os livros publicados no formato ePub s\u00e3o (quando o editor quer) protegidos por esse sistema. Outro produtor de DRM \u00e9 a pr\u00f3pria Amazon. Nesse caso, seu sistema \u00e9 propriet\u00e1rio e exclusivo, aplicado sobre o formato Mobi, e \u201cescravizado\u201d pela plataforma Kindle. <\/p>\n<p>Mas nem todos os DRMs s\u00e3o restritivos, como os anatemizados por Doctorow. Os chamados DRM sociais simplesmente mostram uma marca d\u2019\u00e1gua digital que alerta os que copiam do fato de que est\u00e3o eventualmente fazendo uma c\u00f3pia ilegal, mas n\u00e3o a impedem. Assim, as pessoas podem fazer outras c\u00f3pias para uso pr\u00f3prio, sem problemas. O site da J.K. Rowling, <a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.pottermore.com\/en-us\/');\"  href=\"https:\/\/www.pottermore.com\/en-us\/\" onclick=\"return TrackClick('https%3A%2F%2Fwww.pottermore.com%2Fen-us%2F','Pottermore')\" target=\"_blank\">Pottermore<\/a>, usa algo desse tipo na venda dos livros do bruxinho.<\/p>\n<p>De fato, a legisla\u00e7\u00e3o internacional proposta pela <strong>OMPI \u2013 Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Propriedade Intelectual<\/strong>, \u00f3rg\u00e3o da ONU, estabelece que \u00e9 ilegal remover o DRM dos conte\u00fados digitais.  Na medida em que as editoras colocam \u2013 ou aceitem que coloquem (a Rowling n\u00e3o aceita), DRM nos livros, est\u00e3o, de fato, transferindo o poder de c\u00f3pia para as plataformas digitais. Essa mania do uso de DRM nasceu da preocupa\u00e7\u00e3o das editoras com a pirataria digital.<\/p>\n<p>Doctorow argumenta que \u00e9 uma medida rigorosamente in\u00fatil. \u00c9 praticamente imposs\u00edvel detectar, notificar e tomar medidas legais contra milhares de milhares de sites que colocam conte\u00fados digitais piratas na rede. Qualquer pirata \u2013 e nem precisa ser tecnologicamente muito esperto \u2013 sabe como retirar essa prote\u00e7\u00e3o fuleira, copiar o conte\u00fado e, se desejar, coloca-lo na rede a um pre\u00e7o \u00ednfimo ou de gra\u00e7a (que \u00e9 o que a maioria faz).<\/p>\n<p>O paradoxo \u00e9 que isso \u00e9 particularmente verdadeiro para os livros (e tamb\u00e9m m\u00fasicas, filmes, programas de TV e o que mais circule na web) de sucesso. Ningu\u00e9m se preocupa em piratear o que n\u00e3o \u00e9 sucesso. Coisa com que concordo, e subscrevo. DRM \u00e9 uma inutilidade para as editoras e um inc\u00f4modo para os leitores.<\/p>\n<p>Menos para as plataformas.<\/p>\n<p>A Amazon \u00e9 o exemplo mais acabado disso. Qualquer um consegue remover o DRM dela. Basta procurar na web para achar d\u00fazias de \u201creceitas\u201d de como fazer isso. Mas o formato Mobi \u00e9 lido por poucos leitores digitais dedicados. Ou seja, quebrar o DRM da Amazon permite que os livros continuem a ser lidos&#8230; no Kindle. <\/p>\n<p>Ora, milh\u00f5es de compradores de produtos da Amazon fazem isso atra\u00eddos pelo pre\u00e7o e pelo servi\u00e7o oferecido. O DRM, no caso, \u00e9 muito mais parte do processo de prender o fregu\u00eas no \u201cecossistema\u201d da Amazon. Uma vez ali dentro, os est\u00edmulos s\u00e3o crescentes para que continuem clientes da varejista. Em menor grau, esse tamb\u00e9m \u00e9 o objetivo dos demais propriet\u00e1rios de plataformas digitais: manter a fidelidade dos clientes.<\/p>\n<p>O racioc\u00ednio do Doctorow vai mais longe. Para ele, as editoras se viram prisioneiras da armadilha na qual elas mesmas se enfiaram. O exemplo da disputa Amazon\/Hachette deixa isso evidente. <\/p>\n<p>Diz ele que a Hachette, dentre todas as maiores editoras, sempre assumiu a posi\u00e7\u00e3o \u201cmais comprometida com o DRM\u201d. A consequ\u00eancia \u00e9 que cada um e todos os livros da Hachette vendidos pela Amazon est\u00e3o encadeados pelo DRM da varejista, pois o sistema \u00e9 da varejista, a editora t\u00e3o somente autoriza todos os vendedores a colocarem os seus respectivos sistemas. A Hachette poderia desistir de vez da Amazon e vender exclusivamente atrav\u00e9s de outros. \u201cPor\u00e9m, para os mais leais compradores de seus livros a Hachette estaria dizendo que, se quiserem continuar comprando seus livros em formato digital, teriam que jogar fora todos os livros que compraram na Amazon para segui-la na Kobo, na Barnes&#038;Noble, no GooglePlay ou na Apple. Casso contrario, teriam que manter duas diferentes infraestruturas de leitura, duas bibliotecas diferentes\u201d. Em uma palavra, dois diferentes sistemas de tudo: busca, armazenamento e desfrute.<\/p>\n<p>Ou seja, a Hachette est\u00e1 enfrentando um brutal dilema, e essa situa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 enfrentada mais adiante por todas as demais. A solu\u00e7\u00e3o, que parece \u00f3bvia para muita gente, ainda n\u00e3o \u00e9 aceita pelas editoras: acabar com o DRM restritivo, deixar seus produtos t\u00e3o somente com os avisos dos DRMs sociais.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que defendo que isen\u00e7\u00e3o fiscal e tribut\u00e1ria para e-readers s\u00f3 deveria valer para aqueles que lessem todos os formatos (obviamente, os atualmente existentes). O que n\u00e3o impediria o uso do DRM, mas evitaria, pelo menos, a escravid\u00e3o ao aparelho.<\/p>\n<p><strong>AMAZON SMARTPHONE. MAIS DA MESMA ARMADILHA<\/strong><\/p>\n<p>\tA semana foi marcada tamb\u00e9m pelo lan\u00e7amento (nos EUA), do smartphone da Amazon. Bezos, como sempre, diz que \u00e9 a coisa mais maravilhosa do mundo. De fato, para quem j\u00e1 est\u00e1 dominado pela varejista, \u00e9 mais um torr\u00e3o de a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>As primeiras avalia\u00e7\u00f5es repetem o que foi dito sobre o tablet da linha Kindle Fire: s\u00e3o \u00f3timos para quem \u00e9 f\u00e3 e est\u00e1 absolutamente satisfeito como que a Amazon oferece. <\/p>\n<p>Mas nem tente usar a traquitana para escapar da coleira. S\u00f3 quem for muito bom de inform\u00e1tica consegue usar o tablet (e o futuro telefone) para al\u00e9m das fronteiras estabelecidas pela varejista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois do jogo do Brasil, quando n\u00e3o achei a moqueca l\u00e1 muito bem temperada, s\u00f3 deu para o gasto, v\u00e3o tr\u00eas notas de atualidade do mercado editorial, para n\u00e3o perder o ritmo. LUCIANA VILLAS BOAS \u2013 FIC\u00c7\u00c3O HOJE NA VIS\u00c3O DE UMA AGENTE LITER\u00c1RIA Nelson de Oliveira \u2013 assinando como Lu\u00eds Br\u00e1s \u2013 vem publicando, &hellip; <a href=\"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/?p=2360\" onclick=\"return TrackClick('http%3A%2F%2Foxisdoproblema.com.br%2F%3Fp%3D2360','Continue+lendo+TR%C3%8AS+NOTAS+%26rarr%3B')\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">TR\u00caS NOTAS<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[103,65,298,339,606],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2360"}],"collection":[{"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2360"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2360\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2362,"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2360\/revisions\/2362"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/oxisdoproblema.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}